A história de como eu conheci Gangaji, virei espiritual e encontrei o segredo da felicidade eterna.
26/12/06
Em 1993, eu estava cumprindo pena em uma prisão federal em Englewood, no Colorado. Estava no décimo quinto ano de prisão, por causa de assaltos a banco e atos de sabotagem de cunho político realizados durante os anos 70. Naquela época, eu não tinha absolutamente nenhum interesse em nada espiritual. Já tinha me convencido há muito tempo de que todas as coisas espirituais eram apenas histórias que contamos para nós mesmos, no intuito de nos ajudar a passar os dias sem morrer de desespero diante da óbvia inutilidade e desesperança de nossas vidas que, em última instância, são apenas carne morta, andando e falando até cair morta novamente. Eu realmente não tinha nenhum interesse em nada espiritual. Mas, em setembro de 1993, um amigo me convidou para uma reunião com uma mestra espiritual que estava para vir à prisão; segundo ele, ela era uma mulher loura e deslumbrante do sul do país, que trazia com ela um exótico ensinamento espiritual indiano. Ele me perguntou se eu gostaria de ir à capela e passar um par de horas com ela. Claro que eu gostaria. O objetivo dela não tinha importância. Eu tinha a opção de passar um par de horas em uma sala pequena, com uma loura deslumbrante do sul do país, com um ensinamento exótico para oferecer. Que mal poderia haver nisto?
